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Como fazer a transição de carreira para ux design?

Oie amores!! Neste post vim dar dicas sobre como fazer a transição de carreira para ux design de forma tranquila, com foco e dedicação. Bom se você provavelmente está buscando transicionar de carreira ou se especializar em ux design, então tenho uma notícia boa para você, eu vou te ajudar.Não é algo simples e fácil, mas seguindo as minhas dicas pode ajudar para esse processo ser menos desgastante. Algumas dicas para fazer uma transição de carreira para ux design: Confira também as dicas lá no medium 1- Crie uma estrategia: Se hoje você trabalha em outra area e tem um salario, aproveite este momento para estudar sobre a area de ux, fazer cursos e workshops. Também é o momento de organizar um plano de estudos com tudo que precisa que precisa aprender para trasicionar de carreira. Faça um planejamento com quais cursos precisa fazer e quanto pode investir, e se possivel juntar um dinheiro caso a transição demore e você saia do emprego anterior no meio do processo. Foi o que aconteceu comigo. 2- Busque as comunidades: Encontar pessoas que estão neste mesmo processo que você , dá quele quentinho no coração. Você não esta sozinha nessa assim como tem pessoas que como eu já passaram por isso tem muita gente que está tentando. Converse com essas pessoas faça amizades e network que tudo fica mais facil. 3- Busque Mentores: A mentoria de carreira pode ser o caminho mais rapito para sua transição de carreira, pois ela também te ajuda a alinhar teus desejos e expectativas sem relação a profissão. Ajuda psicologica, não são todos mas tem psicologos que te ajudam a organizar e entender o processo de organização de carreira. Ou até mesmo uma pessoa que já trabalha na area de ux design pode ser seu mentor se ele estiver disposto a ajudar. 4- Mostre seu potêncial: Você vem de outra area? Certo? Não esqueça disso e mostre o quanto essa area dá match com a area de ux/ui design. Liste esses pontos de mostre o quanto suas experiencias anteriores podem contribuir para a nova area. Também é importante deixar claro o motivo da mudança e para isso é impotante conhecer bem o mercado. 5- Organize seu linkedin e portfólio: O linkedin pode ser mais completo que um curriulo em pdf, ele não anula o curriculo, também é importante ter, mas o linkedin é uma rede social onde estão as empresas e os recrutadores. Com um linkedin bem posicionado os recrutadores irão chegar em você, olhar seu portfolio e te informar sobre as oportunidades existentes para sua area. Você está ou sabe de alguém que está em transição de carreira? Então compartilher esse conteúdo para que ele alcance mais pessoas. Espero que este post tenha ajudado de alguma forma, qualquer duvida é só chamar nas redes sociais.

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Por que fazer faculdade de Design?

Oiee amores! Como prometido voltei e venho respondendo uma dúvida frequente: Por que fazer faculdade de design? A resposta para esta pergunta é muito pessoal, vai de cada um e de seu momento de vida. Mas este artigo vai para quem não tem uma formação acadêmica e quer tentar ou para quem está pensando em fazer outra e para complemtentar o post sobre “Como trilhar sua carreira de ux design?“. E o que vou falar aqui é baseado nas minhas experiências. Bom, quando concluí a escola já sabia que queria estudar design, porém não tinha condições financeiras para pagar uma graduação, e uma federal não era o que eu queria. Então fiz enem e tentei prouni e fies, acabei conseguindo financiar a faculdade pelo fies, ( só para contextualizar você). Eu já sabia o que eu queria, então se você é uma pessoa criativa, já trabalha em alguma área criativa, gosta de criação de conteúdo, fotografia,ilustração, cinema, escrever, ou gosta dessas coisas e quer que se torne a sua profissão, fazer faculdade de Design é uma boa forma de começar.  Para quem quer trabalhar com ux design e não tem nenhuma formação acadêmica também é uma boa opção. Porém se já tem este objetivo observe bem a grade curricular do curso para saber se é mais focado na parte estratégica do design ou na parte gráfica.Outra coisa que é importante falar sobre cursos acadêmicos é que a faculdade não ensina tudo e geralmente temos que fazer algumas especializações depois. É muito importante continuar estudando mesmo depois de concluir o curso. Então ai vai alguns motivos pelo quais você deve fazer faculdade de design: É válido se você quer trilhar uma carreira acadêmica, ser professora de design ou desenvolver um curso na área de design. Se você quer trabalhar com ux design e ainda não tem nenhuma formação acadêmica também é importante. Mas nesse caso a ordem das coisas não altera o resultado, você pode trabalhar com ux e depois começar a faculdade. Você vai conhecer pessoas novas, futuros colegas da área que gostam das mesmas coisas que você e que futuramente podem trabalhar juntos. E aprender nunca é demais, por isso tente! Por fim, eu sei o quanto para nós é difícil conseguir tempo e dinheiro para cursar uma faculdade, sei que geralmente temos que trabalhar e estudar, muitas de nós ainda tem filhos, família e todos esses fatores dificultam um pouco. Mas se esse for seu sonho não desista, faça um planejamento financeiro e de vida, a longo prazo, mesmo que demore alguns anos, nunca é tarde para estudar. Espero que este post tenha te ajudado e te motivado, se souber de alguém que precisa dessas dicas compartilhe! Qualquer dúvida só me chamar nas redes sociais 🙂

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Ux research: Como criar e recrutar perfis para entrevistas?

Oie gente, hoje vim dar continuidade a nossa série sobre ux research, se você não acompanhou os posts anteriores pode acessar em: Ux research: pesquisas qualitativas e quantitativas, quando usar? E hoje o post é sobre Ux research: Como criar e recrutar perfis para entrevistas? O recrutamento é importante na hora de planejar as entrevistas com profundidade para testes de usabilidade e conceito de produtos. O importante nesta etapa é recrutar as pessoas certas para que o resultado das pesquisas não sejam prejudicados. Os principais passos para recrutar pessoas: Descrever perfis: Defina quem é o público alvo e onde podemos encontrar pessoas com este perfil. Montar perfis extremos: No mínimo 5, os perfis extremos evita que você tenha que entrevistar muitas pessoas. Essas pessoas são aquelas que usam muito o produto ou serviço projetado, mas isso você define também, qual é o melhor tipo de extremo para cada projeto. Descreva as características extremas necessárias e busque essas pessoas. Também é interessante que essas pessoas sejam distintas entre si, ou seja, extremos opostos para ter visões diferentes do mesmo teste. Onde buscar pessoas:  Busque pessoas dispostas a conversar sobre o assunto que envolva o produto ou serviço. Procure em grupos do Facebook, Whats ou Telegram, pessoas que naturalmente já estão sempre falando e buscando coisas relacionadas ao assunto do produto ou serviço. Muitas vezes dependendo do orçamento do projeto oferecemos uma recompensa por participação para as pessoas entrevistadas. Roteiro e agendamento de entrevistas: Essas etapas são importantes, cada entrevista tem seu tempo, mas é importante definir este tempo e informar para o entrevistado quanto tempo durará a entrevista. Por isso o roteiro é importante e ele define este tempo. Após esses detalhes é só agendar as entrevistas se for online enviar os links para os participantes. Conferir perfis recrutados: É importante para não invalidar a entrevista, que o perfil desejado seja realmente correspondente com a pessoa recrutada. Então no momento da entrevista é sempre importante repassar perguntas que mostrem que a pessoa escolhida tem aquele perfil extremo desejado. Essas foram as dicas básicas para o recrutamento de usuários para testes. Espero que este post tenha te ajudado, caso tenha ficado com alguma dúvida pode me chamar nas redes sociais, sempre respondo. Se souber de alguém que precisa deste conteúdo, compartilhe!

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Quais os setores que mais contratam ux designers no Brasil?

Se você vem acompanhando minhas publicações aqui no blog e nas redes sociais, você já sabe onde as habilidades de um ux designer podem ser aplicadas e hoje vim falar sobre quais os setores que mais contratam ux designers no Brasil. Caso não saiba pode conferir no post “Quais são as principais áreas do design?”. Este post também é para ajudar quem está pensando em fazer alguns cases de portfólio e quer segmentar por área os produtos desenvolvidos para ter mais chances de se colocar no mercado de trabalho que deseja. Não é novidade que desde o início da pandemia muitas empresas tiveram que se tornar mais digitais, fazendo com que mais profissionais de design e tecnologia fossem necessários para ajuda-las a se digitalizarem. Mas quais os setores que mais contratam ux designers no Brasil? De acordo com um levantamento da The Bridge, que conecta talentos de tecnologia com empresas, os cinco setores que mais contratam ux designer são: Desenvolvedoras de Software – Cada vez necessitamos mais de melhorias nos softwares que utilizamos, por consequência disso o aumento da necessidade de um ux designer. É um efeito cascata: os usuários buscam melhores experiências, os clientes dos softwares querem que seus usuários tenham melhores experiências e, assim, as empresas investem para entregar softwares com melhor experiência. Fintechs – Com o crescimento dos bancos digitais e a necessidade dos bancos tradicionais se digitalizarem o profissinal de ux design nesse setor esta cada vez mais requisitado. Seguradoras – As seguradoras seguem o mesmo contexto das fintechs, estão se tornando cada vez mais preocupadas com os processos burocráticos de solicitação de seguros então precisam de alguém que pense em melhorar essas experiências. Saúde – Nas áreas da saúde ocorre que muitos sistemas de atendimento se tornaram remotos devido a pandemia, isso fez com que médicos e hospitais repensassem e criassem novas formas de atender os pacientes, necessitando assim de designers para pensar nessa jornada de atendimento. Consultorias de Ux Design – E todas essas empresas buscam as consultorias especializadas em ux design e design de serviços. Por consequência essas empresas também estão buscando mais profissionais da área. Temos outros setores como educação, varejo e alimentício, que não foram citadas talvez por não estarem entre as 5 primeiras na pesquisa, mas também são boas áreas para pensar em cases. Espero que este post tenha te ajudado de alguma forma, se souber de alguém que precisa deste conteúdo compartilha. Qualquer duvida pode me chamar nas redes sociais sempre respondo.

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Vieses inconscientes nos processos seletivos de ux design.

Bom, este é um post para refletir um pouco sobre um assunto que tem relação com design também, mas o contexto que quero abordar é vieses inconscientes em processos seletivos de ux design. Este post é um alerta, já que falo aqui com um recorte de público, nós, mulheres pretas no mercado de tecnologia, um mercado majoritariamente branco e masculino. E estamos aqui querendo romper barreiras e ocupar espaços, para conquistar a tão sonhada vaga de ux designer. E os vieses inconscientes estão aí para nos atrapalhar. Caso você queira aprofundar mais sobre vieses inconscientes  clique aqui. Não vou aprofundar muito sobre o assunto, pois o objetivo deste post é fazer você entender que tem empresas e pessoas que não estão conscientes na hora de escolher seus colaboradores, não são engajadas em causas sociais e muitas vezes mesmo dizendo que sua cultura é inclusiva e diversa no dia-a-dia é o oposto. Por isso venho reforçar aqui uma dica que falei no post anterior sobre “Como trilhar sua carreira na área de ux design?” Pesquise muito bem a empresa antes da entrevista, ou até antes mesmo de se candidatar. Analise o linkedin da empresa, verifica quem são as pessoas que trabalham lá, quem são suas lideranças, se tem maioria homens e brancos. É importante investigar, e se possível conversar com pessoas que já trabalham lá para entender como é realmente a cultura da empresa. Outra dica é perguntar na entrevista se a empresa tem algum programa de inclusão ou faz algum tipo de movimento interno sobre o assunto. Isso é importante tanto para o nosso bem estar dentro da empresa quanto para saber se a empresa tem futuro, pois sabemos que uma empresa de tecnologia que não pensa em produzir serviços e produtos para públicos diversos, e isso tem que ser de dentro para fora, principalmente quando falamos de design e inovação, está fadada ao retrocesso. Em contraponto existem muitas empresas dispostas a nos receber, por isso vale a pena pesquisar e prospectar para essas empresas. Lembrando também que trabalhar em ambientes diversos onde todos se respeitam é fundamental para nossa saúde mental. Espero que este post tenha te ajudado de alguma forma, se souber de alguém que precise dessas dicas compartilhe. Qualquer dúvida pode me chamar nas redes sociais sempre respondo.

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Como trilhar sua carreira de ux designer?

Já vou começar este post dizendo que essa resposta é muito pessoal, assim como o artigo sobre “Por que fazer faculdade de design?” mas vim falar aqui de algumas dicas de como trilhar uma carreira de ux designer de uma forma que se adeque com seu perfil profissional. Estou escrevendo sobre isso porque demorei muito tempo para entender que precisamos trilhar e planejar nossos passos para ter uma carreira promissora, seja ela de ux designer ou não. Venho a alguns posts aqui falando sobre como migrar de carreira para ux design, e acho que essa parte de planejamento de carreira é bem importante. Você pode conferir alguns posts anteriores sobre: “Como se preparar para um processo seletivo de ux design?” Por muito tempo eu ignorei as consultorias e mentorias de carreira, pois achava que estava trilhando minha carreira da forma certa, porém quando percebi estava perdida com várias possibilidades na área de design mas nenhuma área que eu amasse de fato. Então trabalhei em várias empresas como designer de interiores, designer gráfico, social media e até com marketing digital. Não trabalhei por muito tempo nessas áreas pois sempre algo me frustrava, baixo salário, pessoas tóxicas, alta demanda de trabalho, etc. Então a minha dica principal é: Faça uma mentoria de carreira. Geralmente as mentoras são psicólogas e profissionais de RH, elas vão te ajudar a entender seu perfil profissional, alinhados com seu objetivo de vida e salário almejado. Pode ser também um processo de autoconhecimento e amadurecimento, você vai entender quem você é para o mercado de trabalho e seus objetivos, ficando mais fácil de escolher também o tipo de empresa você quer trabalhar, e sim você também pode escolher, não é só as empresas que te escolhem. Como eu disse, cada um vai trilhar seu caminho, mas ajuda nunca é demais. Eu fiz mentoria com a Sônia do Sl Transformare e foi fundamental para migrar de carreira. Junto com alguns outros esforços que fiz, como: Organizei, linkedin, currículo e portfólio; Me candidatei para muitas vagas; Busquei empresas que se alinhassem culturalmente com os meus valores; Pesquisei todas as empresas antes de fazer as entrevistas; Ensaiei o que dizer em cada entrevista e planejei bastante, principalmente as entrevistas com várias etapas e apresentação de cases. E por fim a dica bônus, uma coisa que eu sempre me perguntei. Como saber se a carreira que eu quero seguir é realmente o que eu preciso e imagino? A melhor forma de descobrir isso é seguindo as pessoas que já trabalham na área e criam conteúdo, ou algum amigo que você conheça que já trabalhe, converse com pessoas e entenda sobre o mercado de trabalho que você quer se inserir. Espero que este post tenha te ajudado, se souber de alguém que precise saber dessas dicas, compartilhe! Qualquer dúvida só me chamar nas redes sociais, sempre respondo 🙂

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Quais perguntas fazer aos recrutadores em uma entrevista de ux design?

Oie tudo bem? Espero que esteja bem!  Hoje vim falar mais um pouco sobre as minhas experiências em processos seletivos, dando continuidade a série de  “Como se preparar para um processo seletivo de ux design”. No último post falei sobre “Perguntas que podem te fazer em uma entrevista de ux design?”, neste vou falar sobre Quais perguntas  fazer aos recrutadores em uma entrevista de ux design? Foi algo que descobri a pouco tempo, recrutadores sempre perguntam ao fim da entrevista se temos alguma dúvida e é muito bem visto por eles quando temos. Também é interessante observar as respostas dos recrutadores sobre determinados assuntos dentro da empresa, para saber se realmente faz sentido esta vaga para você. Então separei algumas dicas e perguntas que você pode fazer naquele momento em que o recrutador questiona sobre ter alguma dúvida sobre a vaga ou a empresa. É importante que sempre tenha perguntas na manga para este momento, isso mostra interesse pela empresa. O melhor é não perguntar sobre remuneração e benefícios. Essas informações geralmente são passadas antes mesmo da entrevista ou no momento final de acordo e contração. Caso não seja mencionado em momento nenhum, pode perguntar depois das perguntas estratégicas. Evite perguntas que sejam muito invasivas, sobre estratégias internas da empresa, por exemplo. Busque por perguntas mais específicas do setor, como por exemplo sobre o time de ux design. Exemplos de perguntas inteligentes que você pode fazer: Quais os desafios atuais da pessoa que ocupa essa vaga hoje? A empresa tem plano de desenvolvimento de carreira? Em relação a diversidade e inclusão, o que a empresa tem feito para se tornar um local mais inclusivo? Como é o clima da equipe e o dia-a-dia da empresa? Qual seria a habilidade mais utilizada e necessária para o cargo hoje? Para essa vaga, qual a porcentagem de tempo utilizada em cada uma das atividades de UX? Quanto tempo em média um projeto leva para ser lançado? Qual a sua visão para o futuro desse time de UX? Essas foram algumas sugestões, mas claro que, precisa analisar o contexto e a empresa para entender onde se enquadram as perguntas e pensar em outras que podem ser feitas. Em um processo seletivo mais longo que participei, fiz 5 entrevistas, passei por todos os setores envolvidos no processo, então fiz perguntas mais voltadas para aqueles setores e foi bem legal, não passei no processo mas tive uma boa noção de como funcionava tudo. Espero que este post tenha te ajudado, se souber de alguém que precise dessas dicas compartilhe, e qualquer dúvida é só me perguntar nas redes sociais, estou sempre por lá 🙂

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Como conduzir uma pesquisa de ux design para resultados incríveis?

Oiee, como está? Espero que esteja bem 🙂 Hoje vim trazer mais um post da nossa série sobre ux research. Depois de falar sobre os conceitos iniciais de uma pesquisa até chegar na pesquisa com usuário de fato. E de falar dos tipos de pesquisas, neste post vou falar como conduzir uma pesquisa de ux design para resultados incríveis. Mas ainda é preciso alguns passos antes de iniciar a conversa com o entrevistado. Então vamos recapitular, para fazer uma boa pesquisa é preciso antes seguir os seguintes passos: É preciso ter feito pesquisas para se aprofundar e entender o problema levantado. Reuniões com stakeholders para entender quais os objetivos da entrevista naquele momento do projeto. Levantar as certezas,suposições e dúvidas (matriz csd), assim fica mais fácil formular as perguntas para o roteiro. Definir o perfil de pessoa que vai ser entrevistado e por quê. É importante fazer um roteiro de perguntas para guiar a sua entrevista, para não perder o objetivo da entrevista. Clique aqui para saber mais como criar um bom roteiro. Preparar o documento onde as informações serão guardadas, docs, planilhas, com nomes dos entrevistados e suas respostas. É importante ter no mínimo mais uma pessoa, além de você, para transcrever a entrevista, ouvintes e anotadores nunca é de mais. Depois de todos esses passos é só partir para entrevista de fato. É preciso que o entrevistado aceite ser gravado, pedimos a autorização no momento da entrevista e podemos enviar um termo para ele assinar. Também é importante falar que não é ele que será avaliado e não tem resposta errada. Com todos esses passos não tem erro, sua entrevista vai ser incrível. Deixando claro para o entrevistado o objetivo da entrevista geralmente eles se empolgam e entregam vários insights legais para o projeto. E por fim, após a entrevista é preciso fazer a organização dos dados para levantar os insights gerados e seguir o processo de desenvolvimento do projeto. Espero que este post tenha te ajudado, se souber de alguém que precise saber compartilhar e qualquer dúvida é só me chamar nas redes sociais ou no telegram, sempre respondo. 

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Perguntas que podem te fazer em uma entrevista de ux design?

Oie, como você está? Espero que esteja bem. Hoje vim falar mais um pouco sobre minhas experiências com processos seletivos, dando continuidade a serie que comecei sobre “Como se preparar para um processo seletido de ux design”. O tema de hoje é sobre perguntas que podem te fazer em uma entrevista de ux design e também perguntas que você pode fazer para os recrutadores.  Sim você pode e deve fazer perguntas para os recrutadores para conhecer melhor e entender o momento que a empresa está passando e os futuros desafios que você vai enfrentar.  Mas vamos pelo começo : Quais as perguntas que os recrutadores podem te fazer em uma entrevista de ux design?  Lembrando que são sugestões, não tem como saber exatamente o que eles vão perguntar, mas com base nas entrevistas que eu participei e algumas pesquisas que eu fiz essas perguntas são as mais comuns.  Então nessa primeira entrevista o recrutador quer saber sobre as suas soft skills, e analisar como você se comunica, se saberia lidar com clientes, como você começa um projeto e quais as metodologias que utiliza entre outras coisas para entender como você age em determinadas situações.  Vou listar aqui 5 perguntas e como você deve responder: 1. Me contei um pouco de você e sua trajetória para chegar até aqui.  Bom nessa pergunta o recrutador quer saber sobre suas experiências e vivências dentro ou não da área. Aqui você deve contar sobre seus estudos, cursos e trabalhos desenvolvidos. Conte de uma forma que envolva o recrutador e deixe ele curioso para saber mais de você. Outra dica é entender um pouco de storytelling.  2. Me conte como era a equipe que você mais gostou de trabalhar? Bom aqui caso você não tenha experiência em uma equipe pode contar sobre um trabalho em grupo da faculdade ou bootcamps, hackathons, algum momento que você desenvolveu um projeto em equipe e quais suas funções e resultados dentro desta equipe. Aqui é legal destacar suas habilidades de comunicação e liderança, como foram divididas as tarefas e como a equipe se organizou para concluir o trabalho.  3. O que você não gosta dentro de um ambiente de trabalho? O recrutador quer entender quais suas limitações e quais situações de trabalho você não aceita. Aqui é importante ser sincera, se você não gosta de mudanças contínuas, não gosta de trabalhar sob pressão e entre outras situações que podem afetar sua saúde mental é importante falar. Até porque o recrutador tem um perfil que ele deseja e se o seu perfil não for o desejado é melhor pra você não ser selecionada para um cargo que não se alinha com as suas características pessoais.  4. Qual processo você utiliza para elaborar um projeto de ux design? Aqui é interessante você trazer um contexto de um projeto que você executou e levantar os processos utilizados, explicando por qual motivo tomou determinada decisão em dado momento. E passar pelos processos principais de desenvolvimento de projeto de ux design: Pesquisa desk: Essa pesquisa é importante para entender melhor o briefing e alinhar com os stakeholders as principais questões a serem resolvidas. Pesquisa de benchmark: Para entender outros produtos que são potenciais concorrentes. Matriz CSD: Para levantar as Certezas, Suposições e Dúvidas sobre o projeto para seguir nas pesquisas. Pesquisa com usuários: Aqui temos que selecionar pessoas que já utilizam o produtos ou potenciais usuários para entender os problemas que eles enfrentam atualmente para utilizar o produto. E preparar um roteiro levantando questões vistas na matriz CSD. E fazer uma pesquisa quantitativa se necessário. Persona: Montar a persona de acordo com os dados levantados, pensando no que a pessoa sente, necessidades e dores deste usuário. Jornada do usuário: Para pensar a jornada que o usuário vai fazer desde o momento da descoberta até o uso do produto. Prototipagem: Para desenvolver a ideia final e testar. Teste com Usuário: Para testar as funcionalidades criadas ou agregadas no produto. É bom passar por todos os processos que você realmente sabe e utiliza nos seus projetos, pois o recrutador já vai ter olhado seu portfólio. 5. Quando o cliente discorda, como você explica a importância da sua proposta? Aqui minha resposta é sempre a mesma: No processo de desenvolvimento levantamos vários dados sobre quais funcionalidades são melhores para o usuário, nesse processo surgem respostas e argumentos de porque ir por este caminho e não para outro. Mostrando esses dados e explicando para o cliente, não tem o que ser contestado. Contra fatos não há argumentos. Então é isso gente, para não deixar muito longo vou fazer um outro post com as perguntas que vocês podem fazer para os recrutadores. Espero que este post tenha te ajudado, compartilhe com quem precisa deste conteúdo e qualquer dúvida me chama nas redes sociais, sempre respondo 🙂

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Ux research: pesquisas qualitativas e quantitativas, quando usar?

Oiee gente, tudo bem? Espero que estejam bem. Hoje vim trazer a continuação do post sobre ux research: pesquisas qualitativas e quantitativas, quando usar? Relembrando que o post do mês passado, o que é ux research, foi uma introdução ao assunto, também falei sobre as pesquisas iniciais de desk research, se não viu ainda corre lá. Bom então vamos ao post, hoje vou explicar um pouco sobre: Pesquisas qualitativas Pesquisas quantitativas Quando usar cada uma delas Qual a diferença entre elas Como analisar resultados das pesquisas  Pesquisa Qualitativa A pesquisa qualitativa possibilita avaliar os aspectos da usabilidade de um produto. Aqui o ux research vai avaliar se o usuário tem alguma dificuldade para usar uma função ou botão na interface. Podendo assim entender quais pontos são mais difíceis para o usuário e quais são mais fáceis, para gerar melhorias após as pesquisas. Na pesquisa qualitativa você pode fazer perguntas aos usuários durante o estudo e mudar o caminho da pesquisa para obter informações sobre uma questão específica que o participante argumenta. Mesmo com roteiro a condução pode ser mais livre para entender melhor o usuário e entender melhor cada questão para gerar as melhorias necessárias. Pesquisa Quantitativa A pesquisa quantitativa, traz dados mais indiretos da usabilidade, como por quantas páginas o usuário acessou, qual caminho ele fez para conseguir concluir determinada ação dentro da aplicação. Sempre tenha em mente que os dados quantitativos são números, por isso é necessário a utilização de softwares que mapeie e conte estas ações automaticamente. Com isso em mente, sabemos que precisaremos usar outros métodos para complementar os dados quantitativos, para entender os problemas de usabilidade específicos de uma interface. Quando usar dados qualitativos e quantitativos? Por exemplo, podemos realizar um estudo qualitativo para verificar o que dificulta os usuários enviarem um formulário com sucesso. Com base nos resultados qualitativos deste estudo, por exemplo, poderíamos definir o que precisamos aumentar os campos do formulário, ou apresentar os requisitos de senha, ou até usar rótulos mais claros e explicativos e por aí vai. Em contrapartida, a maioria dos estudos quantitativos são realizados em uma versão completa do site, com o objetivo de avaliar a usabilidade do site, em vez de informar diretamente o processo de redesign. Os estudos quantitativos geralmente envolvem um grande número de usuários. E, em muitos casos, o orçamento para esse tipo de teste não é tão alto como gostaríamos que fosse.  Diferenças entre pesquisas qualitativas e quantitativas: Ambos os testes qualitativos e quantitativos são essenciais no ciclo de projeto iterativo. Embora os estudos qualitativos sejam mais comuns em pesquisas na área de UX (User Experience), os estudos quantitativos são os únicos que nos permitem colocar um número em um redesign e dizer claramente o quanto a nossa nova versão melhorou em relação à anterior. Dados quantitativos são essenciais no cálculo do ROI (retorno sobre investimento). Mas temos que ter uma coisa em mente: os testes de usabilidade qualitativos e quantitativos são métodos complementares que atendem a objetivos diferentes. A pesquisa qualitativa envolve um pequeno número de usuários (5-8) e identifica diretamente os principais problemas de usabilidade em uma interface. Já a pesquisa quantitativa é baseada em um grande número de participantes (muitas vezes mais de 30). Quando analisados e interpretados corretamente, os resultados dos testes quantitativos têm maior precisão. Eles oferecem uma avaliação indireta da usabilidade de um produto através de métricas, como taxa de conclusão de tarefas, tempo de tarefa ou classificações de satisfação, e geralmente são usadas para rastrear a usabilidade de um sistema em iterações de design. Como analisar os resultados das pesquisas? Os estudos qualitativos geralmente consistem em descobertas que identificam (e priorizam de acordo com a gravidade) os pontos fortes e fracos de um design. Essas conclusões são estimativas – baseadas no conhecimento e nível de experiência do designer, facilitando a tarefa e interpretando os significados das ações dos usuários. Os estudos quantitativos geralmente envolvem um número relativamente grande de usuários (muitas vezes mais de 30) e usam técnicas estatísticas para se proteger contra esse tipo de eventos aleatórios. Quando relatado corretamente, os estudos quantitativos incluem informações estatísticas de alto nível e importância. Por exemplo, uma margem de erro irá ajudá-lo a entender o quanto você pode confiar nos resultados do estudo. Este post ajudou você ou pode ajudar alguém que você conhece? Compartilhe! Se ficou com alguma duvida, pode me chamar nas redes sociais sempre respondo por lá 🙂

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