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Agentes de IA são usuários. E você ainda não criou persona para eles.

Agentes de IA são usuários. E você ainda não criou personas para eles. Olaa designers, hoje vim falar de um assunto importe, vocês estão preparados? O nosso processo de discovery tem uma lacuna enorme e ninguém está falando sobre isso. Agentes de IA são usuários e você ainda não criou personas para eles. Quando você mapeia personas, você pensa em comportamentos humanos: A ansiedade de decisão, fadiga de formulário, o usuário que lê em diagonal e clica no que parece certo. Todo o nosso arcabouço de UX foi construído para um tipo específico de usuário: Pessoas. Mas desde 2025, um novo tipo de usuário está navegando em interfaces que você projetou. Ele não lê sua copy. Não se emociona com sua hero image. Não abandona o carrinho porque o checkout tem muitos campos ele simplesmente para, interpreta o que consegue, e vai para o próximo destino. Esse usuário é um agente de IA. O que é um agente de IA como usuário? Um agente de IA é um sistema que recebe um objetivo: “Compre o tênis mais barato nesse tamanho”, “agende uma reunião com alguém da área de produto”, “encontre o plano com melhor custo-benefício.” E navega por interfaces para completar essa tarefa de forma autônoma. Ele não tem cognição emocional. Não tem paciência. Não interpreta ambiguidade. O que ele lê é estrutura, hierarquia semântica, dados bem rotulados e fluxos previsíveis. Se a sua interface for construída só para olhos humanos, com lógica visual, microanimações e copy persuasivo, o agente trava. E quando trava, ele não tenta de novo. Ele vai embora. Por que isso é um problema de design, não só de engenharia? A primeira reação de quase todo time é: “isso é problema de API, não de interface”. Não é. Agentes de IA navegam por interfaces reais quando não há API disponível. Eles clicam, leem, preenchem formulários, interpretam menus. E a qualidade dessa navegação depende diretamente das decisões que o designer tomou: Como os elementos foram nomeados, como os fluxos foram organizados, se a arquitetura de informação faz sentido fora do contexto visual. Um botão chamado “Continuar” que não especifica para onde, um campo sem label adequada, um fluxo que depende de contexto visual para fazer sentido, tudo isso é transparente para um humano e uma barreira intransponível para um agente. O que muda no processo? Ainda não temos um processo definido para isso, mas algumas perguntas já deveriam entrar no seu discovery: Como um agente descreveria o objetivo dessa tela em uma frase? Se você não consegue responder, a arquitetura provavelmente está confusa. Os labels e títulos fazem sentido sem o contexto visual ao redor? Agentes leem estrutura, não layout. O fluxo tem estados intermediários claros? Um agente precisa saber onde está, o que aconteceu e o que pode fazer a seguir, sem inferir pelo design. Existe uma hierarquia semântica real ou tudo depende de tamanho e cor para comunicar importância? Não se trata de redesenhar tudo. Se trata de adicionar uma camada de pensamento que hoje não existe na maioria dos processos. A persona que está faltando Toda metodologia de UX te ensina a criar personas para representar seus usuários reais. Arquetipos com comportamentos, motivações, limitações. Mas nenhum curso, nenhum framework, nenhum template de discovery te pede para pensar: e se um dos meus usuários não for humano? Essa é a pergunta que vai separar os designers que lideram a próxima década dos que vão correr atrás. Não porque agentes vão substituir usuários humanos. Mas porque interfaces que funcionam bem para agentes tendem a ser mais claras, mais acessíveis e mais bem estruturadas para todo mundo. É uma evolução do próprio princípio de design universal só que agora o usuário mais exigente não é uma pessoa com deficiência visual ou cognitiva. É uma IA tentando completar uma tarefa. 👉 Seu processo de discovery já considera esse usuário? Me conta nos comentários, seu time já discutiu isso ou ainda é um tema invisível?

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Design Sprint para Portfólio: Como Validar Ideias em 5 Dias

Design Sprint para Portfólio: Como Validar Ideias em 5 Dias 1. O fim da ilusão da “tela perfeita” Oi, amores. Deixa eu te contar uma coisa. Você tem uma ideia incrível de aplicativo, abre o Figma e… paralisa. O pânico da página em branco bate forte. Consequentemente, você passa semanas lendo teorias, copiando redesigns no YouTube e nunca lança nada. Se você está passando por isso, precisamos ter uma conversa séria. Isso aqui ninguém te fala, mas eu vou falar: passar meses desenhando telas bonitas sem testar com pessoas reais não é projetar. É opinar. O mercado de 2026 não quer ver um diário de interfaces; ele quer ver como você resolve problemas reais. A boa notícia é que você não precisa de mais tempo no Figma. Você precisa de mais pensamento e de um sistema. É exatamente por isso que usar o método Design Sprint para portfólio é o seu atalho estratégico para validar ideias rápido e destravar sua carreira. 2. O que é Design Sprint, afinal? Primeiramente, precisamos entender que UX é tomada de decisão baseada em comportamento, e não em achismo. O método Design Sprint, criado no coração do Vale do Silício pelo Google Ventures, é exatamente sobre isso. (Se você quer entender mais sobre o perfil profissional que o mercado busca hoje, [leia também meu post noo linkedin sobre o Profissional T-Shaped]. É um sistema estratégico de 5 dias desenhado para transformar confusão em clareza. A essência aqui não é construir um produto final, polido e impecável. Pelo contrário, é sobre aprender absurdamente rápido. Em menos de uma semana, você sai da imersão de um problema para o feedback real de quem importa: o usuário. 3. Passo a Passo: Os 5 Dias da Sprint na Prática Portanto, como tirar isso da teoria e aplicar hoje? O método funciona assim: Segunda-feira (Entender): Mapear o problema e definir o alvo. Não olhe só para tech. Olhe para a cultura, para os negócios de mulheres da sua região. Qual dor real precisa de solução? Terça-feira (Divergir): Colocar as ideias no papel. Neste momento, quantidade importa mais que qualidade. É a hora da inovação pura, sem filtros. Quarta-feira (Decidir): Chega de rodeios. Ou seja, é o dia de votar e escolher a solução mais viável para prototipar. Decisão baseada em fatos, não em ego. Quinta-feira (Prototipar): Aqui você abre as ferramentas. Você cria um MVP (Produto Mínimo Viável) de alta fidelidade. O suficiente para parecer real, mas construído em um dia. Sexta-feira (Testar): O dia da verdade. Validar com usuários reais. Lembre-se: se você não testa, você está apenas supondo. 4. Por que criar um case de Design Sprint para Portfólio é ouro puro? Deixa eu te dar um choque de realidade: recrutadores gastam, em média, 60 segundos no seu case. Então para de escrever como se fosse um diário. Muitos portfólios de iniciantes são apenas vitrines visuais. Por outro lado, um Design Sprint para portfólio mostra maturidade brutal. Ele conta a história de forma estratégica: O problema real mapeado. As hipóteses e as decisões estruturadas. O protótipo funcional. Principalmente, os aprendizados dos testes (o que deu errado também é ouro para recrutadores). No próximo nível do design, dominar IA e ter visão de negócios é o básico. Sem dúvida, quem entende e aplica esse processo prova que consegue sentar na mesa e discutir estratégia de negócios, e não só a cor do botão. 5. Como rodar sua primeira Sprint hoje Se você quer sair da teoria agora, siga este mapa: Use sua bagagem: Atendimento, pedagogia, gestão… Você já sabe se comunicar, mediar conflitos e entender dores. Traga isso para o UX. A técnica a gente ensina, mas a vivência é sua. Não tente resolver a paz mundial: Comece focada. Otimize o fluxo de agendamento do salão de beleza da sua rua. Problemas reais geram cases profundos. Documente desde o dia zero: Fotos dos rabiscos, áudios de entrevistas, anotações de testes. Isso é a prova do seu processo. 6. O seu próximo passo estratégico Em resumo, a Design Sprint te tira da paralisia da perfeição e te coloca na arena da validação. É assim que você posiciona sua carreira no próximo nível. Agora a pergunta é: o que você vai fazer com isso? Se você precisa de estrutura, método e não quer enfrentar a página em branco sozinha, eu criei o Template MVP Lab 2026. É um sistema híbrido no Notion com Inteligência Artificial embutida que vai guiar o seu Design Sprint e te ajudar a escrever um portfólio matador. https://pay.kiwify.com.br/iNTFMfx Mas, se você já cansou de tentar organizar tudo sozinha e quer que eu pegue na sua mão para construir esse processo estratégico e real juntas, aplique para a minha Consultoria e Mentoria Estratégica. https://forms.gle/bYgKXnneoLjvcyxS9 Você vai continuar arrastando pixels ou vai começar a validar soluções? Me conta aqui nos comentários qual é a sua maior trava hoje! 👇

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O que significa agir como um Design Engineer?

O que significa agir como um Design Engineer? Durante muito tempo, o mercado operou em caixinhas: o UX pesquisava, o UI desenhava a interface no Figma , e o Desenvolvedor Front-end transformava aquilo em código. O grande problema? Essa passagem de bastão sempre foi o maior gargalo das empresas. A ideia por trás do Design Engineer não é criar um “designer que faz tudo sozinho”, mas sim valorizar o construtor de produto. É o profissional que entende tão bem a lógica do front-end que consegue projetar experiências que não quebram na hora do desenvolvimento. Por que o Design Engineer virou tendência agora? A resposta cabe em duas letras: IA. Com o avanço brutal da Inteligência Artificial, a barreira técnica para escrever código despencou. Se o designer consegue usar a IA para gerar parte do front-end da sua própria tela, ele ganha uma vantagem competitiva enorme. Sou UX/UI Júnior. O Design Engineer precisa ser Dev Full-Stack? Sendo muito direta com você: Não. Ninguém espera que você construa bancos de dados do zero. Ignorar a web, no entanto, não é mais uma opção. O que as empresas esperam de você hoje é visão sistêmica e lógica computacional. Você precisa entender as restrições do HTML/CSS e saber orquestrar as Inteligências Artificiais como suas parceiras. O Arsenal do Design Engineer: Ferramentas de IA Se você quer se familiarizar com essas tecnologias, comece a brincar com essas ferramentas: Cursor:  O editor de código do momento com IA nativa. Você não precisa saber a sintaxe perfeita, basta “conversar” com ele. v0 by Vercel: Gera interfaces e código React a partir de simples comandos de texto. Framer: Plataforma que permite lançar projetos reais e responsivos sem depender de um dev. Como dar o primeiro passo sem surtar? A internet vai tentar te vender a ideia de que você precisa aprender tudo de uma vez. Mas lembre-se: uma interface codificada por IA que não resolve a dor real do usuário continua sendo inútil. Antes de correr para dominar o prompt perfeito, garanta que a sua base está inabalável. Se você está em transição de carreira, o seu foco deve ser criar um bom portfólio de UX Design que prove a sua capacidade de pesquisa e interface. Se você está patinando com a página em branco, clique aqui e preencha o forms para a minha Mentoria de UX/UI 1:1 Durante 3 meses, vamos focar no que importa: construir o seu case do zero, juntas. Eu vou te guiar para que você tenha a maturidade que o mercado exige para te contratar — sem se perder nas modinhas. Bora construir a sua transição com os pés no chão? Deixe aqui nos comentários: esse burburinho todo sobre IA e programação estava te deixando ansiosa também?

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Como criar um case de UI Generativa em 7 dias? (Guia estratégico para UX Designers)

Como criar um case de portfólio de UI Generativa em 7 dias? (Guia estratégico para UX Designers) Se você quer aprender como criar um case de portfólio de UI Generativa em 7 dias, esse post é para você. Oi amores 💛Hoje eu vim compartilhar com vocês um método prático — estratégico mesmo — para criar um case forte, profundo e atual, sem passar meses travada tentando fazer “o projeto perfeito”. Porque deixa eu te contar uma verdade: Recrutadores gastam em média 60 segundos escaneando um case. Eles não querem textão.Eles querem ver: Racional Processo Métrica Decisão E se você quer se posicionar como UX Designer estratégico (principalmente pensando em IA e inovação), você precisa mostrar que sabe projetar sistemas — não só telas bonitas. Inclusive, se você ainda não leu meu conteúdo sobre estrutura de portfólio de UX em 2026, recomendo começar por ele → (link interno para seu post sobre portfólio 2026) Agora vamos para o plano prático. O que é um case de UI Generativa? Antes do passo a passo, precisamos alinhar conceito. UI Generativa é quando a interface não é fixa — ela é montada dinamicamente a partir da intenção do usuário. Ou seja:não é o usuário que aprende a interface.é a interface que se adapta ao usuário. Isso já é discutido por grandes players como Google e OpenAI dentro do conceito de Generative Interfaces e AI-Driven UI. (link externo para artigo da Google ou OpenAI sobre interfaces generativas) Mas aqui eu vou te mostrar como transformar isso em case de portfólio — mesmo sendo um projeto conceitual. Dia 1 a 3: A Estratégia Flash Redesign Você não precisa criar um app do zero. Você precisa mostrar pensamento estratégico. Escolha: O filtro do Spotify O fluxo de favoritos do Airbnb Um checkout confuso Um dashboard financeiro complexo Recorte pequeno. Problema claro. 1. Faça uma Auditoria Heurística (4h) Use as 10 Heurísticas de Nielsen para analisar a interface. (link externo para Nielsen Norman Group) Tire prints. Aponte problemas. Mostre evidências. Isso já diferencia você de quem só redesenha por gosto pessoal. 2. Desk Research (2h) Veja como concorrentes resolvem melhor. Benchmark não é copiar. É entender padrão. 3. Rabiscoframes (2h) Sim, no papel. Recrutadores amam ver rascunho porque mostra processo cognitivo. 4. High Fidelity (8h) Faça apenas 3 ou 4 telas. Não é sobre quantidade. É sobre clareza. 5. Validação Rápida (4h) Mostre o antes e depois para 5 pessoas. Pergunte: O que ficou mais fácil? O que ainda confunde? Se quiser se aprofundar sobre testes rápidos, recomendo adquirir um template que te ajuda a validar um MVP de UX em poucos dias → (link interno para conteúdo seu sobre MVP ou teste) Agora vem o diferencial: Transformando em UI Generativa Aqui você sai do nível “designer de telas” e vai para “designer de sistemas”. Em vez de mostrar fluxo fixo, você mostra: Fluxo de lógica Regras de sistema Guardrails Escolha um cenário onde IA faz sentido Exemplo: Usuário digita: “Quero um fim de semana romântico perto de SP até R$2.000.” A interface gera: Mapa Cards de hotel Clima Botão de reserva Percebe?A tela nasce da intenção. Como estruturar o case no blog 1. O Problema Interfaces tradicionais são rígidas. O usuário precisa aprender onde clicar. E se a interface se moldasse à intenção dele? 2. A Anatomia do Sistema Aqui você mostra maturidade. Explique que a IA não desenha pixels. Ela seleciona componentes do seu Design System modular. Mostre: Biblioteca de componentes isolados Regras que a IA não pode quebrar Hierarquia obrigatória Isso demonstra visão estratégica. 3. O Prompt como Interface Mostre cenários reais: Input: “Mostre meus gastos com Uber.” Output: Gráfico + resumo mensal. Explique a lógica. UX não é mágica. É decisão baseada em regra. 4. A Psicologia da Espera (Onde você se destaca) Aprendi estudando heurísticas que o usuário não tem medo da espera. Ele tem medo do desconhecido. Aqui você pode aplicar: Skeleton screens Feedback textual (“Analisando suas preferências…”) Microanimações suaves Esse conceito é chamado de Perceived Performance (Performance Percebida). (link externo para artigo da Nielsen ou Material Design) Você não está só carregando. Você está conduzindo emoção. 5. Resultado e Métrica Mesmo sendo projeto conceitual, mostre impacto estimado. Exemplo: Redução de 60% no tempo de tarefa Redução de carga cognitiva Eliminação de múltiplos filtros UX sem métrica vira opinião. UX com métrica vira estratégia. Onde hospedar seu case Se você quer velocidade: → Notion (rápido, limpo, funcional)→ Medium (bom para SEO)→ Behance (bom para visibilidade) Não perca tempo codando agora. Seu foco é clareza. O segredo real Criar um case de portfólio de UI Generativa em 7 dias não é sobre fazer algo grandioso. É sobre: Clareza de narrativa Pensamento sistêmico Regra antes de estética Métrica antes de opinião Se você quer se posicionar como designer preparada para IA, você precisa mostrar que sabe ensinar a máquina a decidir. E isso começa no seu portfólio. Se esse conteúdo te ajudou, recomendo também: → Meu template de case estruturado (MVP Lab) E me conta aqui nos comentários: Você já tentou criar um case de UI Generativa ou ainda sente que isso é distante da sua realidade? Porque a diferença entre quem entra nesse mercado e quem fica travado não é talento. É método.

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Em 2026, seu portfólio de UX vai ter que mudar e muito! 🚀✨

Em 2026, seu portfólio de UX vai ter que mudar e muito! Categoria: Carreira & UX Design | Tempo de leitura: 4 min Oiee, amores! Tudo bem com vocês? Lembram quando eu falei lá em junho do ano passado sobre o futuro das experiências digitais? Pois é, piscou e 2026 chegou com os dois pés na porta! Anteriormente, a gente falava que a voz era apenas uma “tendência”, mas hoje ela já se tornou o padrão. Entretanto, o assunto do momento, que vai definir quem é contratado ou não este ano, é a Generative UI. Se você ainda está montando seu portfólio só com telas estáticas e wireframes “quadradinhos”, amiga, senta aqui porque a gente precisa atualizar isso agora. Nesse sentido, vamos entender exatamente como a Interface Generativa muda o jogo. Do “Comando de Voz” para a “Intenção Pura” Primeiramente, a gente já notou que o comportamento do usuário mudou. Afinal, ninguém mais tem paciência de clicar em Menu > Categoria > Filtro > Buscar. Hoje, a gente quer conversar. Contudo, a diferença é que, em 2026, quando usamos comando de voz, a gente não quer só um texto de volta. Na verdade, a gente quer ação. O usuário diz o que quer (a Intenção) e, consequentemente, espera que o sistema se monte sozinho para resolver aquele problema. Ou seja, é o fim da “navegação” como a gente conhecia. O que é essa tal de Generative UI? Imagina que seu Design System é uma caixa de LEGO. Antigamente: Você, designer, tinha que montar o castelo inteiro e entregar pronto. Por outro lado, agora em 2026 com Generative UI: Você projeta as peças (os componentes) e ensina a Inteligência Artificial a montar o castelo sozinha. Logo, ele fica diferente para cada pessoa que pedir. Em suma, a interface não existe pronta; ela é gerada em tempo real. Inclusive, o Google já cantou essa pedra e mostrou tecnicamente como isso funciona. Na Prática: O Exemplo da Beleza Vamos trazer para o nosso mundo da beleza? Por exemplo, como a Generative UI aparece no seu portfólio? Imagine uma cliente cacheada entrando no app da sua marca. O Jeito Antigo (2024/25): Ela clica na lupa, digita “creme para pentear”, vê uma lista genérica, tenta filtrar por “liberado low poo”… Enfim, uma canseira, né? O Jeito Novo (Agentic UX 2026): Ela abre o app e fala: “Meu cabelo tá super ressecado nas pontas e eu tenho uma festa sábado. O que eu faço?” A IA não vai só responder texto. Ao contrário, ela vai gerar uma interface única na hora. Assim, o processo acontece em três etapas: Primeiro, puxa um Card de Diagnóstico mostrando por que as pontas estão secas. Em seguida, monta um Cronograma Visual (um widget de calendário) só com os 3 dias até a festa. Finalmente, mostra um Botão de Compra Rápida com um kit de hidratação específico. E como fica o Portfólio em 2026? É aqui que a mágica acontece! Portanto, para se destacar agora, você precisa parar de postar apenas a “Tela Final” (visto que ela nem existe mais!) e começar a postar o Racional do Sistema. Dessa forma, os recrutadores estão loucos atrás de designers que mostrem: Mapas de Intenção: “Se a usuária estiver triste, então a IA deve usar um tom de voz acolhedor.” Além disso, uma Biblioteca de Componentes Inteligentes. Por fim, a Ética e Limites: Como você desenhou as regras para a IA não alucinar. Vamos atualizar esse portfólio juntas? Eu sei que assusta um pouco sair do controle total dos pixels para desenhar regras de Generative UI, mas é aí que está a inovação. Afinal, o mercado precisa de designers que tenham essa sensibilidade humana para guiar a máquina. Então, se você quer ver como documentar isso na prática e transformar seus cases antigos nesse novo modelo de Agentic UX, fica ligada no meu conteúdo!

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Como Designers Podem Mitigar Vieses Raciais em Plataformas Digitais e Por Que Isso Importa Para o Futuro do design de Experiência

Como Designers Podem Mitigar Vieses Raciais em Plataformas Digitais e Por Que Isso ImportaPara o Futuro do design de Experiência Oiee, amores. 💛Hoje eu quero conversar sobre um assunto sério, urgente e totalmente conectado com o futuro do UX Design  especialmente para nós, mulheres negras criativas que desejam transformar o mercado de tecnologia: como mitigar vieses raciais em plataformas digitais. Depois de anos estudando UX, e agora fazendo mestrado e pesquisando sobre como criar plataformas mais equitativas. Escrevi um artigo academico que me ajudou a chegar a seguinte conclusão: Design muda vidas. Mas, quando mal feito, ele também pode ferir, excluir e reproduzir racismos históricos. E é por isso que designers precisam assumir um papel ativo na luta contra o racismo digital.Não é exagero. É responsabilidade. Antes de tudo: por que existe viés racial nas plataformas? Meu artigo mostrou isso com muita profundidade: tecnologias não são neutras.Elas carregam: As intenções de quem projeta, Os dados que foram coletados, As estruturas de poder que moldam o mundo offline. O racismo algorítmico, discutido por Safiya Noble e Ruha Benjamin, é um reflexo direto disso. Buscas que sexualizam mulheres negras, algoritmos que não reconhecem nossos rostos, plataformas que nos tornam invisíveis… tudo isso nasce de escolhas de design. E quando o design não considera nossas vivências, quem perde é sempre quem já está nas margens. O UX Design tem responsabilidade direta nisso! O UX deveria ser, teoricamente, “centrado no usuário”.Mas se esse “usuário” sempre é imaginado como branco, de classe média, conectado, letrado, jovem… então esse design não é centrado em ninguém além dos mesmos grupos de sempre. O artigo mostra, inclusive, como a etapa de empatia e criação de personas é um dos maiores pontos de exclusão. Quando não existe diversidade real ali, tudo que vem depois nasce torto. Então… o que designers podem fazer na prática? Aqui estão ações reais, práticas e poderosas para quem quer criar experiências que cuidam, representam e reparam e não apenas “funcionam”. 1. Pesquise com pessoas reais e diversas Não adianta entrevistar “usuário médio” que só existe na imaginação de quem nunca olhou para fora do próprio círculo. Inclua: Mulheres negras, Pessoas periféricas, Pessoas com pouco letramento digital, Usuários que já sofreram discriminação em plataformas. Isso não é “militância”.É metodologia rigorosa  e ética. 2. Crie personas verdadeiramente inclusivas O estudo de Goodman-Deane que você analisou mostra isso perfeitamente: quando personas representam diversidade racial, social e tecnológica, o produto automaticamente melhora O Papel do UX Design na Mitigação. Faça personas com: Tons de pele diversos, Contextos reais, Barreiras reais, Vivências racializadas reais. Design sem diversidade não é design: é exclusão estilizada. 3. Traga representatividade visual e linguística para a interface Não é só sobre “colocar fotos de mulheres negras”.É sobre criar um ecossistema visual e textual que não reproduza padrões eurocêntricos, estereótipos, ou linguagens que afastam. Inclua: Ilustrações plurais, Imagens de pessoas negras em diferentes contextos, Microcopy acessível, Revisão de termos com impacto racial. Representatividade não é estética: é pertencimento. 4. Faça auditorias algorítmicas e torne o funcionamento transparente Se a plataforma usa IA, recomendação ou classificação, então você precisa: Explicar como funciona, Indicar limitações, Permitir questionamento humano, Oferecer caminhos alternativos. A opacidade algorítmica também é uma forma de violência. 5. Cocrie com comunidades que vivem as exclusões Seu artigo cita frameworks como Design Justice e Equity-Centered Design.E isso é lindo porque toca numa verdade poderosa: Nada sobre nós sem nós. Inclua oficinas, testes, revisões e prototipagem com quem realmente sente os impactos da tecnologia no corpo e na vida. No fim, estamos falando de cuidado Quando a gente fala de mitigar vieses raciais, estamos falando de: Fazer com que plataformas não machuquem; Fazer com que pessoas negras se vejam; Fazer com que experiências digitais sejam seguras; Fazer com que a tecnologia não reproduza violências antigas. UX é isso: cuidado transformado em interface. Esse é o futuro do design e precisamos construir juntas Se você é designer, pesquisadora, empreendedora ou futura UX designer, saiba que você tem poder para mudar o mundo através da experiência. E se você quiser ver o artigo completo e aprender mais sobre como aplicar isso no seu trabalho, é só continuar acompanhando meus conteúdos. Porque a verdade é essa: Quando mulheres negras projetam o futuro, o futuro finalmente começa a incluir todo mundo.

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Como a Inteligência Artificial está moldando o padrão de beleza e o que isso significa para nós

Como a Inteligência Artificial pode criar soluções mais inclusivas para mulheres negras? Oiee, amores! ✨Julho chegou e com ele começamos um novo papo aqui no Ci Inspire Lab Criativo: IA e automação no mercado da beleza — e o que tudo isso tem a ver com mulheres negras, nossos corpos, nossos cabelos e nossa estética. Bora começar com um caso real? Recentemente, a cantora Anitta contou que usou filtros de IA generativa como referência para suas cirurgias plásticas. Sim, você leu certo. Ela pegou imagens criadas com inteligência artificial para decidir como queria que seu rosto ficasse. Isso tem sido cada vez mais comum, especialmente entre celebridades e influenciadoras. Mas aí eu te pergunto:Quem cria esses filtros? Quais rostos eles consideram como “bonitos”?O que acontece quando uma mulher preta tenta usar esse filtro e não se reconhece? O risco real: IAs que reforçam o racismo e padrões eurocentrados A IA não é neutra. Ela aprende com dados que já existem. E se esses dados são majoritariamente de rostos brancos, com pele clara, nariz fino e cabelos lisos… adivinha o que ela vai considerar como “ideal”? Isso tem um impacto direto em como mulheres negras se veem.Estudos da MIT e da Harvard mostraram que softwares de reconhecimento facial erram mais em rostos de mulheres negras do que em qualquer outro grupo.Já pensou no que isso significa quando estamos falando de filtros de beleza, apps de skincare, testes de maquiagem virtual? Além disso, quando esses algoritmos ditam tendências e padrões, acabam apagando nossas especificidades, nossos traços, nossa ancestralidade. Mas a IA pode ser uma aliada poderosa — se for usada com responsabilidade A boa notícia? A gente pode (e deve!) hackear o sistema.Hoje, já existem iniciativas que usam IA para criar experiências mais inclusivas no mercado de beleza: Personalização de produtos: Plataformas como a Proven Skincare e a Function of Beauty utilizam algoritmos para criar fórmulas baseadas em tom de pele, tipo de cabelo, clima local e estilo de vida. Mapeamento de tons de pele reais: O projeto Unseen Beauty da empresa MOB Beauty tem criado bases e corretivos pensados para peles retintas, usando banco de dados com fotos reais e IA treinada em diversidade. Ferramentas para criadoras e marcas independentes: Hoje já é possível usar IA para prototipar embalagens, testar slogans, validar público-alvo e até prever a aceitação de um produto com ferramentas gratuitas e acessíveis como RunwayML, Notion AI e ChatGPT. O futuro é colaborativo — e precisa ter mulheres negras nele A gente não quer mais um futuro onde nossos rostos são ignorados pelas tecnologias.Queremos criar produtos e experiências pensadas para a gente, com a gente, por a gente.Mas pra isso precisamos entender as ferramentas, questionar os sistemas e falar sobre inovação do nosso jeito. 🧠 Se você é empreendedora, influencer de beleza, designer ou está começando a pensar sobre como criar experiências mais humanas e inclusivas, te convido a acompanhar os conteúdos de julho aqui no blog e nas redes do Ci Inspire. Vai ter dica de ferramenta, reflexões sobre IA e beleza, e convites especiais pra quem quer aprender mais sobre pesquisa, UX design e criação de experiências com propósito. 💜 Referências e fontes: MIT Media Lab – Gender Shades: Intersectional Accuracy Disparities in Commercial Gender Classification Harvard Business Review – The Problem With AI and Beauty Standards Revista o Globo – “Anitta brinca com filtro e fala de plástica: “Cada dia ia estar com uma cara diferente” MOB Beauty & Unseen Beauty Project – https://mobbeauty.com/ Function of Beauty – https://functionofbeauty.com/ Proven Skincare – https://www.provenskincare.com/

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O Futuro das Experiências Digitais e como UX Designers Podem se Preparar para Esse Futuro?

O futuro das experiências digitais e como UX Designers Podem se Preparar para Esse Futuro Oiee, amores! Vamos falar sobre o futuro das experiências digitais? 💬✨ Você já imaginou um mundo onde não precisamos mais tocar nas telas para interagir com a tecnologia? Pois é, esse futuro está mais próximo do que pensamos. Com os avanços em inteligência artificial (IA) e interfaces de voz, a forma como usamos aplicativos e dispositivos está prestes a mudar radicalmente. 🎙️ Interfaces de Voz: A Nova Fronteira do UX Design As interfaces de voz estão ganhando espaço rapidamente, permitindo interações mais naturais e eficientes com a tecnologia. Segundo especialistas, as interfaces de usuário baseadas em voz (VUIs) estão revolucionando a maneira como as pessoas interagem com seus dispositivos, oferecendo experiências mais intuitivas e sem a necessidade de toques físicos. (Fonte) Com a IA, será possível criar aplicativos apenas descrevendo suas funcionalidades em voz. Imagine dizer: “Crie um app para gerenciar minhas finanças pessoais” e, em instantes, ter um aplicativo personalizado pronto para uso. Esse cenário está se tornando realidade graças aos avanços em processamento de linguagem natural e aprendizado de máquina. 🍏 Apple Intelligence: Transformando a Interação com Dispositivos A Apple está investindo pesado em IA com o lançamento do Apple Intelligence, integrado ao iPhone, iPad e Mac. Essa plataforma utiliza modelos generativos avançados para entender e criar linguagem e imagens, realizar ações em aplicativos e usar o contexto pessoal do usuário para simplificar e acelerar tarefas cotidianas. (Fonte) Com o Apple Intelligence, a Siri está se tornando mais contextual e capaz de executar comandos complexos, como adicionar endereços a contatos diretamente de mensagens. Além disso, ferramentas como o Image Playground e o Genmoji permitem criar imagens e emojis personalizados com base em comandos de voz. 💄 E o mercado da beleza nisso tudo? Ah, e se você trabalha com beleza, presta atenção aqui: o mercado de cosméticos e autocuidado tem uma chance enorme de inovar com VUIs. Imagina uma consumidora chegando no e-commerce da sua marca e dizendo:“Quero um creme para cabelo cacheado com efeito leve e brilho”,e a interface de voz não só encontra, como recomenda um cronograma capilar e envia direto pro WhatsApp dela? ✨ Experiências de voz também podem ser usadas em lojas físicas, salões e eventos de beleza — com totens ou espelhos interativos que respondem dúvidas sobre produtos, sugerem rotinas ou até oferecem tutoriais personalizados por voz. Isso é inclusão, conveniência e inovação tudo junto! 💁🏾‍♀️ 🧠 Como UX Designers Podem se Preparar para Esse Futuro Com essas mudanças, os UX designers precisam se adaptar para continuar criando experiências relevantes e eficazes. Aqui vão algumas dicas: Aprofunde-se em VUI Design: Estude os princípios do design de interfaces de voz para criar experiências mais naturais e eficientes. Foque na Acessibilidade: Considere as necessidades de todos os usuários, garantindo que as interfaces sejam inclusivas desde o início. Mantenha-se Atualizado: Acompanhe as tendências e inovações em IA e UX para adaptar suas habilidades às novas demandas do mercado. 🤝 Vamos Conversar Sobre o Futuro da Sua Carreira? Se você é designer ou empreende com beleza e quer se preparar para esse futuro repleto de possibilidades, eu tô aqui pra te ajudar! Bora conversar sobre como adaptar suas habilidades e explorar novas oportunidades no mundo do UX design com IA? 💌 Me chama no direct ou comenta aqui embaixo pra gente começar a pensar no futuro da sua profissão juntinhas. 🚀✨

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Da Criação de Conteúdo ao Design de Experiências: Minha Jornada como Designer Especialista em Marcas de Beleza

Da Criação de Conteúdo ao Design de Experiências: Minha Jornada como Designer Especialista em Marcas de Beleza Desde criança, eu já sabia que queria ser designer. Sonhava em criar, desenhar, transformar ideias em coisas belas e funcionais. Minha primeira paixão foi o design de moda, mas acabei entrando para a faculdade de Design de Produto — e foi ali que entendi o poder que o design tem de transformar não só objetos, mas experiências, relações e até realidades sociais. Assim que terminei a faculdade, mergulhei de cabeça no marketing digital . Antes mesmo de muitos termos da área ganharem fama, eu já atuava como designer gráfico e social media , criando estratégias, imagens e campanhas para marcas que queriam se destacar nas redes. Mas a vida muda, e em 2019 fui demitida. Parecia um fim, mas era só o começo de uma nova fase. Foi nesse momento que comecei a criar conteúdo sobre transição capilar e cabelos cacheados. Era mais que estética — era identidade, autoestima e comunidade. E talvez você, que está lendo esse texto, também tenha começado assim: falando sobre o que vive, o que ama, o que sente. Sim, eu também sou criadora de conteúdo, como você. A partir dessa vivência, criei o Ci Inspire, uma marca de conteúdo que nasceu para compartilhar experiências, falar de beleza e empoderamento com responsabilidade e criatividade. Como toda empreendedora solo, precisei escolher prioridades. Em 2020, decidi pausar a criação de conteúdo para investir mais na minha formação. Mas nunca parei de estudar design. Foi aí que me encontrei no universo do UX Design — e ele abriu meus olhos para algo que sempre esteve comigo: a vontade de criar experiências que realmente tocam as pessoas . Desde 2024, assumi de vez meu propósito: ajudar mulheres a criarem marcas de beleza inovadoras, inclusivas e emocionantes. Hoje, como especialista em UX Design e pesquisadora em design de produto, ajudo criadoras, influenciadoras e empreendedoras da beleza a transformar suas ideias em negócios com alma, estratégia e diferenciação. Meu trabalho une pesquisa, criatividade e educação, porque eu acredito que o design vai muito além da estética — ele é uma ferramenta de transformação e inclusão social. É com ele que criamos produtos e serviços que realmente importam, que respeitam as diversidades, que acolhem e representam. Se você está construindo ou sonha em construir sua própria marca de beleza, seja de produtos, conteúdo ou serviços, saiba que você não está sozinha. No Ci Inspire, você encontra mentorias, workshops e assessorias que unem branding, inovação e UX design para te ajudar a dar o próximo passo. Se está pensando em criar uma marca inovadora  e com proposito e não sabe por onde começar? Me chama vamos conversar.

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UX/UI Design é uma das profissões com previsão de maior crescimento até 2030, segundo o Fórum Econômico Mundial… Mas será mesmo?

UX/UI Design é uma profissão com previsão de maior crescimento até 2030, segundo o Fórum Econômico Mundial… Mas será mesmo? Oie, amores! ✨ Hoje vamos falar sobre um assunto que tem gerado muito debate: o Fórum Econômico Mundial apontou que UX/UI Design será uma das profissões de maior crescimento até 2030. Mas, se essa área está crescendo tanto, por que ainda vemos tantos profissionais de UX no Brasil enfrenta dificuldades para conseguir emprego? Vamos desvendar esse mistério juntos! Se UX/UI está em alta, por que a contratação está em baixa? O mercado de UX está longe de estar saturado. Pelo contrário, falta profissional qualificado para atender à demanda global . Mas, no Brasil, muitos ainda não enxergam o valor estratégico do design e da experiência do usuário . E aí estão alguns fatores que explicam essa resistência na contratação: 💰 Falta de investimento em pesquisa e inovação – Muitas empresas ainda tratam UX como um gasto, e não como um diferencial competitivo. Resultado? Poucas vagas e equipes subestimadas. 🤖 Substituição por IA – Algumas empresas acreditam que ferramentas de Inteligência Artificial podem substituir designers, ignorando que UX é sobre entender pessoas e criar experiências reais . 🚀 Startups sem UX no início – Muitos negócios digitais começam sem um profissional de UX na equipe, e quando percebem a necessidade, já construíram um produto com falhas na experiência do usuário. 💼 Contratação de terceirizados e designers mais experientes – As grandes empresas preferem contratar agências especializadas ou designers seniores , deixando quem está iniciando na área sem muitas oportunidades. Uma solução? Empreender com inovação e propósito! Se por um lado o mercado tradicional ainda não valoriza UX como deveria , por outro, há um movimento cada vez maior de empreendedorismo inovador e com propósito . Hoje, negócios que realmente impactam a vida das pessoas e utilizam tecnologias emergentes são os que têm mais chance de crescer. 🚀 Startups que focam em design inclusivo e acessível têm vantagem competitiva. 💡 Empresas que aplicam pesquisa e design estratégico desde o início reduzindo falhas e aumentando a retenção de clientes. 📈 O mercado está sedento por inovação com impacto social e ambiental , e o UX pode ser uma ferramenta poderosa nesse cenário. Ou seja, se você sente que o mercado de trabalho tradicional não está te abrindo portas, talvez seja o momento de criar sua própria oportunidade! ✨ E se você quer aprender como aplicar UX Design de forma estratégica , seja para empreender ou levar inovação para dentro das empresas, continue acompanhando o conteúdo que estou preparando para vocês! 💡💜

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