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Vieses inconscientes nos processos seletivos de ux design.

Bom, este é um post para refletir um pouco sobre um assunto que tem relação com design também, mas o contexto que quero abordar é vieses inconscientes em processos seletivos de ux design. Este post é um alerta, já que falo aqui com um recorte de público, nós, mulheres pretas no mercado de tecnologia, um mercado majoritariamente branco e masculino. E estamos aqui querendo romper barreiras e ocupar espaços, para conquistar a tão sonhada vaga de ux designer. E os vieses inconscientes estão aí para nos atrapalhar. Caso você queira aprofundar mais sobre vieses inconscientes  clique aqui. Não vou aprofundar muito sobre o assunto, pois o objetivo deste post é fazer você entender que tem empresas e pessoas que não estão conscientes na hora de escolher seus colaboradores, não são engajadas em causas sociais e muitas vezes mesmo dizendo que sua cultura é inclusiva e diversa no dia-a-dia é o oposto. Por isso venho reforçar aqui uma dica que falei no post anterior sobre “Como trilhar sua carreira na área de ux design?” Pesquise muito bem a empresa antes da entrevista, ou até antes mesmo de se candidatar. Analise o linkedin da empresa, verifica quem são as pessoas que trabalham lá, quem são suas lideranças, se tem maioria homens e brancos. É importante investigar, e se possível conversar com pessoas que já trabalham lá para entender como é realmente a cultura da empresa. Outra dica é perguntar na entrevista se a empresa tem algum programa de inclusão ou faz algum tipo de movimento interno sobre o assunto. Isso é importante tanto para o nosso bem estar dentro da empresa quanto para saber se a empresa tem futuro, pois sabemos que uma empresa de tecnologia que não pensa em produzir serviços e produtos para públicos diversos, e isso tem que ser de dentro para fora, principalmente quando falamos de design e inovação, está fadada ao retrocesso. Em contraponto existem muitas empresas dispostas a nos receber, por isso vale a pena pesquisar e prospectar para essas empresas. Lembrando também que trabalhar em ambientes diversos onde todos se respeitam é fundamental para nossa saúde mental. Espero que este post tenha te ajudado de alguma forma, se souber de alguém que precise dessas dicas compartilhe. Qualquer dúvida pode me chamar nas redes sociais sempre respondo.

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Como trilhar sua carreira de ux designer?

Já vou começar este post dizendo que essa resposta é muito pessoal, assim como o artigo sobre “Por que fazer faculdade de design?” mas vim falar aqui de algumas dicas de como trilhar uma carreira de ux designer de uma forma que se adeque com seu perfil profissional. Estou escrevendo sobre isso porque demorei muito tempo para entender que precisamos trilhar e planejar nossos passos para ter uma carreira promissora, seja ela de ux designer ou não. Venho a alguns posts aqui falando sobre como migrar de carreira para ux design, e acho que essa parte de planejamento de carreira é bem importante. Você pode conferir alguns posts anteriores sobre: “Como se preparar para um processo seletivo de ux design?” Por muito tempo eu ignorei as consultorias e mentorias de carreira, pois achava que estava trilhando minha carreira da forma certa, porém quando percebi estava perdida com várias possibilidades na área de design mas nenhuma área que eu amasse de fato. Então trabalhei em várias empresas como designer de interiores, designer gráfico, social media e até com marketing digital. Não trabalhei por muito tempo nessas áreas pois sempre algo me frustrava, baixo salário, pessoas tóxicas, alta demanda de trabalho, etc. Então a minha dica principal é: Faça uma mentoria de carreira. Geralmente as mentoras são psicólogas e profissionais de RH, elas vão te ajudar a entender seu perfil profissional, alinhados com seu objetivo de vida e salário almejado. Pode ser também um processo de autoconhecimento e amadurecimento, você vai entender quem você é para o mercado de trabalho e seus objetivos, ficando mais fácil de escolher também o tipo de empresa você quer trabalhar, e sim você também pode escolher, não é só as empresas que te escolhem. Como eu disse, cada um vai trilhar seu caminho, mas ajuda nunca é demais. Eu fiz mentoria com a Sônia do Sl Transformare e foi fundamental para migrar de carreira. Junto com alguns outros esforços que fiz, como: Organizei, linkedin, currículo e portfólio; Me candidatei para muitas vagas; Busquei empresas que se alinhassem culturalmente com os meus valores; Pesquisei todas as empresas antes de fazer as entrevistas; Ensaiei o que dizer em cada entrevista e planejei bastante, principalmente as entrevistas com várias etapas e apresentação de cases. E por fim a dica bônus, uma coisa que eu sempre me perguntei. Como saber se a carreira que eu quero seguir é realmente o que eu preciso e imagino? A melhor forma de descobrir isso é seguindo as pessoas que já trabalham na área e criam conteúdo, ou algum amigo que você conheça que já trabalhe, converse com pessoas e entenda sobre o mercado de trabalho que você quer se inserir. Espero que este post tenha te ajudado, se souber de alguém que precise saber dessas dicas, compartilhe! Qualquer dúvida só me chamar nas redes sociais, sempre respondo 🙂

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Quais perguntas fazer aos recrutadores em uma entrevista de ux design?

Oie tudo bem? Espero que esteja bem!  Hoje vim falar mais um pouco sobre as minhas experiências em processos seletivos, dando continuidade a série de  “Como se preparar para um processo seletivo de ux design”. No último post falei sobre “Perguntas que podem te fazer em uma entrevista de ux design?”, neste vou falar sobre Quais perguntas  fazer aos recrutadores em uma entrevista de ux design? Foi algo que descobri a pouco tempo, recrutadores sempre perguntam ao fim da entrevista se temos alguma dúvida e é muito bem visto por eles quando temos. Também é interessante observar as respostas dos recrutadores sobre determinados assuntos dentro da empresa, para saber se realmente faz sentido esta vaga para você. Então separei algumas dicas e perguntas que você pode fazer naquele momento em que o recrutador questiona sobre ter alguma dúvida sobre a vaga ou a empresa. É importante que sempre tenha perguntas na manga para este momento, isso mostra interesse pela empresa. O melhor é não perguntar sobre remuneração e benefícios. Essas informações geralmente são passadas antes mesmo da entrevista ou no momento final de acordo e contração. Caso não seja mencionado em momento nenhum, pode perguntar depois das perguntas estratégicas. Evite perguntas que sejam muito invasivas, sobre estratégias internas da empresa, por exemplo. Busque por perguntas mais específicas do setor, como por exemplo sobre o time de ux design. Exemplos de perguntas inteligentes que você pode fazer: Quais os desafios atuais da pessoa que ocupa essa vaga hoje? A empresa tem plano de desenvolvimento de carreira? Em relação a diversidade e inclusão, o que a empresa tem feito para se tornar um local mais inclusivo? Como é o clima da equipe e o dia-a-dia da empresa? Qual seria a habilidade mais utilizada e necessária para o cargo hoje? Para essa vaga, qual a porcentagem de tempo utilizada em cada uma das atividades de UX? Quanto tempo em média um projeto leva para ser lançado? Qual a sua visão para o futuro desse time de UX? Essas foram algumas sugestões, mas claro que, precisa analisar o contexto e a empresa para entender onde se enquadram as perguntas e pensar em outras que podem ser feitas. Em um processo seletivo mais longo que participei, fiz 5 entrevistas, passei por todos os setores envolvidos no processo, então fiz perguntas mais voltadas para aqueles setores e foi bem legal, não passei no processo mas tive uma boa noção de como funcionava tudo. Espero que este post tenha te ajudado, se souber de alguém que precise dessas dicas compartilhe, e qualquer dúvida é só me perguntar nas redes sociais, estou sempre por lá 🙂

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Como conduzir uma pesquisa de ux design para resultados incríveis?

Oiee, como está? Espero que esteja bem 🙂 Hoje vim trazer mais um post da nossa série sobre ux research. Depois de falar sobre os conceitos iniciais de uma pesquisa até chegar na pesquisa com usuário de fato. E de falar dos tipos de pesquisas, neste post vou falar como conduzir uma pesquisa de ux design para resultados incríveis. Mas ainda é preciso alguns passos antes de iniciar a conversa com o entrevistado. Então vamos recapitular, para fazer uma boa pesquisa é preciso antes seguir os seguintes passos: É preciso ter feito pesquisas para se aprofundar e entender o problema levantado. Reuniões com stakeholders para entender quais os objetivos da entrevista naquele momento do projeto. Levantar as certezas,suposições e dúvidas (matriz csd), assim fica mais fácil formular as perguntas para o roteiro. Definir o perfil de pessoa que vai ser entrevistado e por quê. É importante fazer um roteiro de perguntas para guiar a sua entrevista, para não perder o objetivo da entrevista. Clique aqui para saber mais como criar um bom roteiro. Preparar o documento onde as informações serão guardadas, docs, planilhas, com nomes dos entrevistados e suas respostas. É importante ter no mínimo mais uma pessoa, além de você, para transcrever a entrevista, ouvintes e anotadores nunca é de mais. Depois de todos esses passos é só partir para entrevista de fato. É preciso que o entrevistado aceite ser gravado, pedimos a autorização no momento da entrevista e podemos enviar um termo para ele assinar. Também é importante falar que não é ele que será avaliado e não tem resposta errada. Com todos esses passos não tem erro, sua entrevista vai ser incrível. Deixando claro para o entrevistado o objetivo da entrevista geralmente eles se empolgam e entregam vários insights legais para o projeto. E por fim, após a entrevista é preciso fazer a organização dos dados para levantar os insights gerados e seguir o processo de desenvolvimento do projeto. Espero que este post tenha te ajudado, se souber de alguém que precise saber compartilhar e qualquer dúvida é só me chamar nas redes sociais ou no telegram, sempre respondo. 

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Perguntas que podem te fazer em uma entrevista de ux design?

Oie, como você está? Espero que esteja bem. Hoje vim falar mais um pouco sobre minhas experiências com processos seletivos, dando continuidade a serie que comecei sobre “Como se preparar para um processo seletido de ux design”. O tema de hoje é sobre perguntas que podem te fazer em uma entrevista de ux design e também perguntas que você pode fazer para os recrutadores.  Sim você pode e deve fazer perguntas para os recrutadores para conhecer melhor e entender o momento que a empresa está passando e os futuros desafios que você vai enfrentar.  Mas vamos pelo começo : Quais as perguntas que os recrutadores podem te fazer em uma entrevista de ux design?  Lembrando que são sugestões, não tem como saber exatamente o que eles vão perguntar, mas com base nas entrevistas que eu participei e algumas pesquisas que eu fiz essas perguntas são as mais comuns.  Então nessa primeira entrevista o recrutador quer saber sobre as suas soft skills, e analisar como você se comunica, se saberia lidar com clientes, como você começa um projeto e quais as metodologias que utiliza entre outras coisas para entender como você age em determinadas situações.  Vou listar aqui 5 perguntas e como você deve responder: 1. Me contei um pouco de você e sua trajetória para chegar até aqui.  Bom nessa pergunta o recrutador quer saber sobre suas experiências e vivências dentro ou não da área. Aqui você deve contar sobre seus estudos, cursos e trabalhos desenvolvidos. Conte de uma forma que envolva o recrutador e deixe ele curioso para saber mais de você. Outra dica é entender um pouco de storytelling.  2. Me conte como era a equipe que você mais gostou de trabalhar? Bom aqui caso você não tenha experiência em uma equipe pode contar sobre um trabalho em grupo da faculdade ou bootcamps, hackathons, algum momento que você desenvolveu um projeto em equipe e quais suas funções e resultados dentro desta equipe. Aqui é legal destacar suas habilidades de comunicação e liderança, como foram divididas as tarefas e como a equipe se organizou para concluir o trabalho.  3. O que você não gosta dentro de um ambiente de trabalho? O recrutador quer entender quais suas limitações e quais situações de trabalho você não aceita. Aqui é importante ser sincera, se você não gosta de mudanças contínuas, não gosta de trabalhar sob pressão e entre outras situações que podem afetar sua saúde mental é importante falar. Até porque o recrutador tem um perfil que ele deseja e se o seu perfil não for o desejado é melhor pra você não ser selecionada para um cargo que não se alinha com as suas características pessoais.  4. Qual processo você utiliza para elaborar um projeto de ux design? Aqui é interessante você trazer um contexto de um projeto que você executou e levantar os processos utilizados, explicando por qual motivo tomou determinada decisão em dado momento. E passar pelos processos principais de desenvolvimento de projeto de ux design: Pesquisa desk: Essa pesquisa é importante para entender melhor o briefing e alinhar com os stakeholders as principais questões a serem resolvidas. Pesquisa de benchmark: Para entender outros produtos que são potenciais concorrentes. Matriz CSD: Para levantar as Certezas, Suposições e Dúvidas sobre o projeto para seguir nas pesquisas. Pesquisa com usuários: Aqui temos que selecionar pessoas que já utilizam o produtos ou potenciais usuários para entender os problemas que eles enfrentam atualmente para utilizar o produto. E preparar um roteiro levantando questões vistas na matriz CSD. E fazer uma pesquisa quantitativa se necessário. Persona: Montar a persona de acordo com os dados levantados, pensando no que a pessoa sente, necessidades e dores deste usuário. Jornada do usuário: Para pensar a jornada que o usuário vai fazer desde o momento da descoberta até o uso do produto. Prototipagem: Para desenvolver a ideia final e testar. Teste com Usuário: Para testar as funcionalidades criadas ou agregadas no produto. É bom passar por todos os processos que você realmente sabe e utiliza nos seus projetos, pois o recrutador já vai ter olhado seu portfólio. 5. Quando o cliente discorda, como você explica a importância da sua proposta? Aqui minha resposta é sempre a mesma: No processo de desenvolvimento levantamos vários dados sobre quais funcionalidades são melhores para o usuário, nesse processo surgem respostas e argumentos de porque ir por este caminho e não para outro. Mostrando esses dados e explicando para o cliente, não tem o que ser contestado. Contra fatos não há argumentos. Então é isso gente, para não deixar muito longo vou fazer um outro post com as perguntas que vocês podem fazer para os recrutadores. Espero que este post tenha te ajudado, compartilhe com quem precisa deste conteúdo e qualquer dúvida me chama nas redes sociais, sempre respondo 🙂

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Ux research: pesquisas qualitativas e quantitativas, quando usar?

Oiee gente, tudo bem? Espero que estejam bem. Hoje vim trazer a continuação do post sobre ux research: pesquisas qualitativas e quantitativas, quando usar? Relembrando que o post do mês passado, o que é ux research, foi uma introdução ao assunto, também falei sobre as pesquisas iniciais de desk research, se não viu ainda corre lá. Bom então vamos ao post, hoje vou explicar um pouco sobre: Pesquisas qualitativas Pesquisas quantitativas Quando usar cada uma delas Qual a diferença entre elas Como analisar resultados das pesquisas  Pesquisa Qualitativa A pesquisa qualitativa possibilita avaliar os aspectos da usabilidade de um produto. Aqui o ux research vai avaliar se o usuário tem alguma dificuldade para usar uma função ou botão na interface. Podendo assim entender quais pontos são mais difíceis para o usuário e quais são mais fáceis, para gerar melhorias após as pesquisas. Na pesquisa qualitativa você pode fazer perguntas aos usuários durante o estudo e mudar o caminho da pesquisa para obter informações sobre uma questão específica que o participante argumenta. Mesmo com roteiro a condução pode ser mais livre para entender melhor o usuário e entender melhor cada questão para gerar as melhorias necessárias. Pesquisa Quantitativa A pesquisa quantitativa, traz dados mais indiretos da usabilidade, como por quantas páginas o usuário acessou, qual caminho ele fez para conseguir concluir determinada ação dentro da aplicação. Sempre tenha em mente que os dados quantitativos são números, por isso é necessário a utilização de softwares que mapeie e conte estas ações automaticamente. Com isso em mente, sabemos que precisaremos usar outros métodos para complementar os dados quantitativos, para entender os problemas de usabilidade específicos de uma interface. Quando usar dados qualitativos e quantitativos? Por exemplo, podemos realizar um estudo qualitativo para verificar o que dificulta os usuários enviarem um formulário com sucesso. Com base nos resultados qualitativos deste estudo, por exemplo, poderíamos definir o que precisamos aumentar os campos do formulário, ou apresentar os requisitos de senha, ou até usar rótulos mais claros e explicativos e por aí vai. Em contrapartida, a maioria dos estudos quantitativos são realizados em uma versão completa do site, com o objetivo de avaliar a usabilidade do site, em vez de informar diretamente o processo de redesign. Os estudos quantitativos geralmente envolvem um grande número de usuários. E, em muitos casos, o orçamento para esse tipo de teste não é tão alto como gostaríamos que fosse.  Diferenças entre pesquisas qualitativas e quantitativas: Ambos os testes qualitativos e quantitativos são essenciais no ciclo de projeto iterativo. Embora os estudos qualitativos sejam mais comuns em pesquisas na área de UX (User Experience), os estudos quantitativos são os únicos que nos permitem colocar um número em um redesign e dizer claramente o quanto a nossa nova versão melhorou em relação à anterior. Dados quantitativos são essenciais no cálculo do ROI (retorno sobre investimento). Mas temos que ter uma coisa em mente: os testes de usabilidade qualitativos e quantitativos são métodos complementares que atendem a objetivos diferentes. A pesquisa qualitativa envolve um pequeno número de usuários (5-8) e identifica diretamente os principais problemas de usabilidade em uma interface. Já a pesquisa quantitativa é baseada em um grande número de participantes (muitas vezes mais de 30). Quando analisados e interpretados corretamente, os resultados dos testes quantitativos têm maior precisão. Eles oferecem uma avaliação indireta da usabilidade de um produto através de métricas, como taxa de conclusão de tarefas, tempo de tarefa ou classificações de satisfação, e geralmente são usadas para rastrear a usabilidade de um sistema em iterações de design. Como analisar os resultados das pesquisas? Os estudos qualitativos geralmente consistem em descobertas que identificam (e priorizam de acordo com a gravidade) os pontos fortes e fracos de um design. Essas conclusões são estimativas – baseadas no conhecimento e nível de experiência do designer, facilitando a tarefa e interpretando os significados das ações dos usuários. Os estudos quantitativos geralmente envolvem um número relativamente grande de usuários (muitas vezes mais de 30) e usam técnicas estatísticas para se proteger contra esse tipo de eventos aleatórios. Quando relatado corretamente, os estudos quantitativos incluem informações estatísticas de alto nível e importância. Por exemplo, uma margem de erro irá ajudá-lo a entender o quanto você pode confiar nos resultados do estudo. Este post ajudou você ou pode ajudar alguém que você conhece? Compartilhe! Se ficou com alguma duvida, pode me chamar nas redes sociais sempre respondo por lá 🙂

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Como começar a se posicionar nas mídias sociais?

Oiee gente, tudo bem? Hoje vim fazer um post para quem quer criar conteúdo e formar uma autoridade, para ajudar outras pessoas com conteúdo relevante sobre algum assunto que domina, pode ser ux design ou qualquer outro assunto. Vim falar sobre, como começar a se posicionar nas mídias sociais. Na criação de conteúdo também temos que pensar na experiência de quem vai acompanhar seu conteúdo. Por isso existem estratégias de criação de conteúdo para cada rede social e também para o objetivo que o criador de conteúdo quer alcançar, como por exemplo vender um produto ou ensinar um tema. Quando criamos conteúdo com foco na experiência do usuário, os resultados são mais consistentes, você consegue alcançar o público correto e os tornando seguidores fieis. Para que seja possível alcançar resultados com a criação de conteúdo é necessário ter um processo, toda boa estratégia tem passos a serem seguidos. Existem algumas etapas a serem seguidas para que seu conteúdo gere uma boa experiência e sentimentos nas pessoas que o consomem. Veja quais são as etapas do processo: Pesquisas; Encontrar a necessidade do usuário e mapear sua jornada; Encontrar os canais de comunicação; Determinar a linguagem e o sentimento; Planejar o conteúdo; Criar o conteúdo; Usar uma linguagem simples; Pedir feedback; Analisar, ajustar e repetir o processo; Os resultados de cada etapa ajudam na seguinte. E no final você tem uma estrutura bem definida e focada no usuário para a execução do seu conteúdo. Princípios da estratégia de conteúdo: Propósito Conhecer o propósito por trás da criação de conteúdo é essencial para que tudo que for produzido passe a mensagem correta para o público. Quando você estiver com o propósito bem claro na sua mente, a produção de conteúdo será algo natural, tanto no nível da ideia quanto no nível da escrita. Contexto O público não cai de paraquedas no seu conteúdo, existe uma jornada. Algo acontece antes dele ver o conteúdo e algo vai acontecer depois. Entender onde o público entra e sai do conteúdo é importante para que você possa produzir conteúdo dentro do contexto onde você seja capaz de ajudar o público. Pense no contexto de todas as formas possíveis, desde o conteúdo (texto e imagem) até a forma e o local que o conteúdo será consumido. Nesse momento, a pesquisa feita para conhecer o público vai ajudar muito a compreender o contexto de uma forma mais ampla. Objetividade Quando o assunto é conteúdo, menos é mais, afinal de contas quando uma pessoa absorve apenas 30% do que vê na tela. Seja objetivo com seu conteúdo, passe a mensagem desejada sem exageros e sem aprofundar demais em detalhes que são desnecessários para o momento. Equilibre conteúdo de texto com conteúdo visual, isso vai ajudar o público na hora de consumir o conteúdo por completo. Relevância Não se trata de falar de temas atuais, que estão na boca do público. Criar conteúdo relevante é conhecer seu público, as dores, os desejos, as crenças, as necessidades reais e entregar pequenas soluções capazes de gerar benefícios reais para o público. O formato adequado também vai ajudar a tornar o seu conteúdo relevante, por isso é fundamental saber onde seu público se encontra e como ele consome conteúdo. Flexibilidade Crie o conteúdo com base no planejamento e nas pesquisas, faça testes, análise os resultados e ajuste. Não tenha medo de reestruturar os conteúdos e o planejamento, isso faz parte do processo de design de conteúdo e vai ajudar você a construir uma marca forte. Seja o conteúdo para redes sociais, site ou blog, ele precisa ter flexibilidade para que possa alcançar os resultados. Esses princípios básicos quando bem aplicados tornam seu conteúdo mais objetivo para a solução que ele se propõe a resolver, fazendo toda diferença na vida do seu público. Caso queira aprofundar mais o assunto, vou deixar um link: Criação de conteúdo, conheça todos os segredos dessa atividade. E uma dica, não precisa abraçar todas as redes sociais, começa com uma e vê como vai se sentindo. Eu comecei com instagram, depois blog e aos poucos fui fazendo as outras, hoje só não estou no tiktok. Espero que este post te ajude a começar a criar conteúdo nas redes sociais, qualquer coisa é só me procurar por lá.

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Como se preparar para um processo seletivo de ux design?

Oiee gente! Tudo bem? Hoje venho finalmente trazer o conteúdo que prometi sobre processos seletivos. Depois de passar por mais de 10 processos seletivos em um mês tenho muitas histórias para contar, mas prometo ser objetiva e só falar sobre as dicas. Então vamos começar: Como se preparar para um processo seletivo de ux design? Antes de falar como se preparar, eu preciso te contar quais são geralmente as etapas do processo seletivo. Vamos considerar que temos duas etapas, as etapas essenciais e as etapas qualificadoras. Na etapa essencial: Geralmente aqui temos aqueles questionários para alimento com a cultura da empresa, aqui a empresa quer entender suas soft skills basicamente. Uma dica aqui é faça o teste DISC é um teste de personalidade muito analisado pelas empresas e que diz o teu tipo de personalidade. Esta etapa também pode ser feita a partir de entrevistas com RH e com gestores do setor. Na etapa qualificadora: Aqui é onde os recrutadores vão avaliar suas hard skills, o quanto você entende sobre os processos de design, como aplica na pratica, qual seu nível utilizando determinados softwares etc. Aqui a dica é ter um bom portfolio com cases que mostre o que você sabe fazer. Mas ainda assim é possível que nesta etapa a empresa solicite um case, te enviando um briefing para você solucionar em tipo três dias a uma semana. Outros formatos: Resolver um briefing em grupo, analise critica de um produto ou apresentação de um case do seu portfólio. Exercícios de ux design geralmente utilizados:  whitboarding: Você vai resolver um problema de design ao vivo explicando sua linha de pensamento para chegar a solução. Leva em media de 15 a 40 min. Tarefa mais apresentação: Você vai resolver um problema de design sugerido pela empresa e vai apresentar em forma de protótipo a solução. Essa dinâmica depende de cada empresa mas pode levar de 3 dias a uma semana. Mas então a pergunta que não quer calar. Como me preparo para todas estas etapas? Treina como falar de você: Faça exercícios de auto conhecimento, crie um roteiro para contar sua historia, suas vivencias e experiências. O importante é mostrar segurança e auto conhecimento, grave um vídeo para ver como você fala, treine com o espelho ou se apresente para alguém de confiança que possa te ajudar com criticas construtivas . Treine como apresentar seu portfólio: Aqui valem as mesmas dicas acima porem com um toque a mais, tenha um case que você se orgulhe para apresentar, recrutadores gostam do brilho nos olhos de um case bem estruturado e preferido. Pesquise artigos e vídeos sobre processos seletivos de design: Aqui é valido lembrar que este post entra para lista, inclusive, compartilhe este post com quem precisa destas informações. Pesquise sobre as perguntas: Aqui é legal saber quais as perguntas que vão lhe fazer e também pensar em que perguntas fazer para empresa. Dicas extras:  Sempre pesquise a empresa no glassdoor antes de fazer a entrevistas, pois as empresas nunca falam a faixa salarial, porem lá tem essa entre outras informações como avaliação de outras pessoas que já trabalham nesta empresa. Esses foram os aprendizados principais dos processos que passei mês passado. Espero ter te ajudado, se souber de alguém que precise deste conteúdo compartilha!

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O que é jornada do usuário?

Olá gente, tudo bem? Espero que você esteja bem. Hoje vim falar sobre uma abordagem que utilizamos no design thinking, a jornada do usuário, e como criar uma jornada do usuário. Mas então vamos partir do início: O que é uma jornada do usuário? Uma jornada do usuário é uma representação visual do caminho que o usuário faz para executar uma tarefa relacionada a um produto ou serviço e suas emoções durante o processo.   Estando ela relacionada a qualquer tipo de usuário e jornada, pode ser uma jornada de compra, uma jornada para assistência médica, jornada de aprendizagem, etc…, Quando criar uma jornada do usuário? Quando for necessário entender o ciclo de relacionamento do cliente com a empresa, desde a decisão pela compra do produto ou serviço até o descarte para uma nova aquisição. Ao mapear estas etapas é possível analisar as expectativas do usuário em cada momento, assim podendo criar formas de atender melhor e surpreendê-lo ao longo do processo. Quais as etapas para criar uma jornada do usuário? De forma geral, um projeto para mapeamento de jornada do usuário contempla as seguintes etapas: Entrevista e alinhamento com os stakeholders do projetos (de preferência que sejam de diferentes setores da empresa); Imersão interna: pesquisa de documentos da empresa que contenham informações sobre processos relacionados à jornada; Workshop de cocriação: onde serão alinhados todo o conteúdo das entrevistas e do material interno e será rascunho uma jornada do usuário inicial; Pesquisa qualitativa com usuários: nesta etapa, deve ser validada a jornada inicial desenhada através de entrevistas com usuários e técnicas de observação em campo; Workshop de cocriação: agora é hora de juntar os dados coletados internamente na empresa e os resultados da pesquisa externa e mapear a jornada do usuário. Mas a jornada vai depender muito do tipo de empresa e produto que será desenvolvido. Espero te ter ajudado você de alguma forma, se ficou com alguma dúvida pode me chamar nas redes sociais.  

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O que é ux writing?

Oláa gente, tudo bem? Espero que vocês estejam bem. No post de hoje vim falar sobre mais uma área do ux design, o ux writing. O que é ux writing? O que faz um ux wrinter? Quais as melhorias que um ux wrinter deve trazer? Vou responder neste post a essas dúvidas sobre ux writing. Lembrando que já temos aqui outros posts falando das diferenças entre ux designer e product designer e também sobre as metodologias de design thinking e design de serviços. Bom então o que é ux wrinting? O ux writing é focado na experiência do usuário em relação à comunicação, os textos dentro de um App ou site. O profissional ux writer tem que entender da linguagem do público ao qual ele escreve e geralmente desenvolve uma voz para a marca de acordo com essa linguagem para que a comunicação entre App e usuários seja fluida e fácil para eles. Então ux wrinting é a área que pensa na experiência do usuário antes de escrever para eles. Desenvolve pesquisas exploratórias para entender a forma que o público se comunica.  Quais as melhorias que um ux writer deve trazer?  De uma forma bem literal o ux writer vem para falar a língua do usuário, gerando maior empatia e entendimento para o eles. Normalmente o ux writer cria a voz da marca e muitas vezes auxilia na comunicação, escrevendo e pensando no conteúdo da marca nas redes sociais. Entendendo isso, devemos pensar que um bom ux writing deve ter: Clareza – Além do visual a linguagem deve ser objetiva e o conteúdo tem que contribuir com a melhoria da experiência do usuário. Concisão – O conteúdo deve ser objetivo e passar a mensagem de forma fácil e rápida para o usuário. Utilidade- O mais importante, o conteúdo tem que ser útil e realmente necessário para o usuário. Esse post te ajudou de alguma forma? Se ficou com alguma dúvida pode entrar em contato comigo através das redes sociais.

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